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sábado, 18 de maio de 2013

Por que tem sempre água benta nas portas das Igrejas?


Muitas vezes as pessoas se queixam de que se distraem muito na igreja, sobretudo durante as leituras na Missa. O demônio tem grande interesse em nos distrair justamente quando vamos estar em contato com as realidades sagradas. Por isso é tão útil a Água Benta na entrada das igrejas e capelas. Mesmo usando a Água Benta pode acontecer que nos distraiamos, porém teremos a segurança de que as distrações procedem de nós mesmos e não do demônio.
Se uma pessoa se bendize com Água Benta com devoção, isso produz três efeitos: atrai a graça divina, purifica a alma e afasta ao demônio. Este gesto de persignar-se com esta água nos atrai as graças divinas pela oração da Igreja. A Igreja rezou sobre essa água com o poder da Cruz de Cristo. O poder sacerdotal deixou uma influência sobre essa água. Ao mesmo tempo purifica parte de nossos pecados, tanto os veniais, como o reato que tenha permanecido em nossas almas. O terceiro poder da Água Benta é afastar o demônio. O Maligno pode entrar perfeitamente em uma igreja, seus muros e paredes não o impedem, o solo sagrado não o freia. Sem embargo, a Água Benta o afasta.  
Ainda que nós com os olhos do corpo não alcancemos ver a cruz que forma a Água Benta em nosso corpo ao nos persignar com ela, o demônio a vê perfeitamente. Para ele essa cruz é de fogo, é uma couraça que não consegue ultrapassar. Insisto em que persignar-se com a Água Benta ao entrar em uma igreja não é um mero símbolo. É um símbolo, porém esta água tem um poder, um poder que Cristo ganhou com os sofrimentos na Cruz e que o Sacerdote administra com toda facilidade.

Fonte: Padre José Antonio Fortea, Suma daemoniaca. Tratado de demonología y manual de exorcistas.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Domingo de Ramos




Ramos bentos no Domingo de Ramos


              
Os ramos bentos no Domingo de Ramos devem ser guardados com respeito, e colocados em algum lugar decente do lar.  Servem  para proteger os cristãos contra raios e incêndios, e para afugentar o demônio.

               Em alguns países fazem-se com eles cruzes pequenas, que se cravam nos vinhedos, olivais, hortas e sementeiras, para preservá-los das pestes e saraivadas miúdas.

               Efetivamente, podem-se usar para todos estes fins, uma vez que são coisas bentas e, como tais, veículos de celestial proteção, como bem indica a Liturgia no Cerimonial da Bênção:

               " Ó Senhor Jesus Cristo, Rei e Redentor nosso, concedei propício que, aonde quer que forem levados estes ramos, aí desça a graça de vossa benção, E que, desbaratada toda iniquidade e ilusão diabólica, protejeis com vosso poder aqueles a quem redimistes ".

       ( Cfr. Missal Diário para América, Don Andrés Azcarate, OSO Editorial ).