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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Tese de Teologia Dogmática
Para baixar os textos da Tese de Teologia Dogmática sobre o papel de Maria na Estrutura Fundante da salvação, clique abaixo:
Formato de texto
Formato de livro
sábado, 18 de maio de 2013
Por que tem sempre água benta nas portas das Igrejas?
Muitas
vezes as pessoas se queixam de que se distraem muito na igreja, sobretudo
durante as leituras na Missa. O demônio tem grande interesse em nos distrair
justamente quando vamos estar em contato com as realidades sagradas. Por isso é
tão útil a Água Benta na entrada das igrejas e capelas. Mesmo usando a Água
Benta pode acontecer que nos distraiamos, porém teremos a segurança de que as
distrações procedem de nós mesmos e não do demônio.
Se
uma pessoa se bendize com Água Benta com devoção, isso produz três efeitos:
atrai a graça divina, purifica a alma e afasta ao demônio. Este gesto de
persignar-se com esta água nos atrai as graças divinas pela oração da Igreja. A
Igreja rezou sobre essa água com o poder da Cruz de Cristo. O poder sacerdotal
deixou uma influência sobre essa água. Ao mesmo tempo purifica parte de nossos
pecados, tanto os veniais, como o reato que tenha permanecido em nossas almas.
O terceiro poder da Água Benta é afastar o demônio. O Maligno pode entrar
perfeitamente em uma igreja, seus muros e paredes não o impedem, o solo sagrado
não o freia. Sem embargo, a Água Benta o afasta.
Ainda
que nós com os olhos do corpo não alcancemos ver a cruz que forma a Água Benta
em nosso corpo ao nos persignar com ela, o demônio a vê perfeitamente. Para ele
essa cruz é de fogo, é uma couraça que não consegue ultrapassar. Insisto em que
persignar-se com a Água Benta ao entrar em uma igreja não é um mero símbolo. É um
símbolo, porém esta água tem um poder, um poder que Cristo ganhou com os
sofrimentos na Cruz e que o Sacerdote administra com toda facilidade.
Fonte: Padre José Antonio Fortea, Suma
daemoniaca. Tratado de demonología y manual de exorcistas.
sábado, 4 de maio de 2013
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM RECIFE

Não Perca!Preparamos para você e sua família uma linda cerimônia. Venha participar conosco no próximo dia 13 de maio, domingo, dessa ação de graças e pedir também a Nossa Senhora todos os dons e bênçãos de que precise.Data: 13 de maio (Segunda-Feira)Horário: 19:30End.: Rua Dom Bosco, 551 – Boa Vista (ver mapa)Local: Basílica Sagrado Coração de Jesus (Salesiano)Esperamos por você!
Para maiores informações ligue:
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Encaminhe este convite a seus amigos e divulgue para em suas redes sociais:http://wp.me/P2Gmnt-24C
Missas em outras cidades: Clique aqui
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Fatos prodigiosos do dia de Natal
São Boaventura, frade
franciscano que viveu no século XIII, recebeu o título de Doutor Seráfico
devido à elevação e clareza de sua doutrina. É de sua autoria o Sermão XXI
No nascimento do Senhor , pronunciado na igreja de Santa Maria de
Porciúncula, o qual se baseia, segundo atesta o próprio santo, em diversas
descrições antigas.
Apresentamos abaixo uma tradução
do texto original latino.
“São estes, segundo diversas
descrições, os milagres manifestados ao povo pecador no dia da natividade de
Cristo:
Primeiro: Uma estrela brilhantíssima apareceu no
céu, do lado do Oriente, e nela se via a figura de um belíssimo Menino em cuja
cabeça refulgia uma Cruz, para manifestar que nascia Aquele que vinha iluminar
o mundo com sua doutrina, sua vida e sua morte.
Segundo: Em Roma, ao meio-dia apareceu sobre o
Capitólio, junto ao sol, um círculo dourado visto pelo imperador e pela
Sibila tendo ao centro uma Virgem belíssima, portando um Menino, a fim de
manifestar que Aquele que nascia era o Rei do mundo, que Se dava a conhecer
como o «resplendor da glória do Pai e a figura da sua própria Substância» (Hebr.
1,3). Vendo este sinal, o prudente imperador ofereceu incenso ao Menino, e
recusou desde então ser chamado deus.
Terceiro: Em Roma desmoronou o templo da paz, a
respeito do qual, ao ser construído, os demônios se perguntavam quanto tempo
duraria; tendo-lhes sido respondido: até o momento em que uma Virgem dê a luz.
Este foi um sinal de que nascia Aquele que haveria de destruir os edifícios e
as obras da vaidade.
Quarto: Uma fonte de azeite de oliveira irrompeu
em Roma e fluiu abundantemente, por muito tempo, até o rio Tibre, para ficar
patente haver nascido a fonte da piedade e da misericórdia.
Quinto: Na noite da Natividade, as vinhas da
Engadda, que produzem bálsamo, floresceram, cobriram-se de folhas e produziram
licor, para significar que nascia Aquele que faria o mundo florescer,
reverdecer e frutificar espiritualmente, e atrair com seus odores o mundo
inteiro.
Sexto: Cerca de trinta mil rebeldes foram mortos
pelo imperador, a fim de manifestar o nascimento d'Aquele que sujeitaria o
mundo inteiro à sua Fé e arremessaria os rebeldes no inferno.
Sétimo: Todos os sodomitas, homens e mulheres,
morreram por toda a terra, conforme disse São Jerônimo, comentando o salmo «a
luz nasceu para o justo», para evidenciar que Aquele que nascia vinha reformar
a natureza e promover a castidade.
Oitavo: Na Judéia um animal falou, como também
dois bois, para que se compreendesse que nascia Aquele que aos bestiais
transformaria em racionais.
Nono: No momento em que a Virgem deu a luz,
todos os ídolos do Egito se espatifaram, segundo o sinal que Jeremias dera aos
egípcios quando esteve entre eles, para que se entendesse que nascia Aquele que
era verdadeiro Deus, único a ser adorado com o Pai e o Espírito Santo.
Décimo: Logo que o Menino nasceu e foi reclinado
no presépio, um boi e um asno ajoelharam-se e, como se fossem dotados de razão,
O adoraram, para que se compreendesse que nascia Aquele que a seu culto chamava
o povo judeu e os gentios.
Undécimo: Todo o mundo gozou da paz e se colocou em ordem, para que ficasse manifesto que nascia Aquele que amaria e promoveria a paz universal e marcaria os seus eleitos para a eternidade.
Duodécimo: No Oriente três sóis apareceram, e aos
poucos se transformaram em um só corpo solar, pelo que se mostrava que se
aproximava do mundo o conhecimento da Unidade e Trindade de Deus, e também que
a Divindade, a Alma e a Carne em uma só Pessoa convergiram.
Por tudo isto, nossa alma deve bendizer a Deus e venerá-Lo porque nos libertou e sua Majestade, com tão grandes milagres, se manifestou a nós, povo pecador”.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Livro que recomendo
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
O medo da morte
A morte para uns representará a aniquilação completa e, portanto, será encarada com desespero e aflição. Para os verdadeiros católicos, entretanto, não passará de um descanso: "Não queremos, irmãos, que estejais na ignorância acerca dos que dormem, para que não vos entristeçais como os outros, que não têm esperança" (1 Ts 4, 12).
As Sagradas Letras consideram a morte como um sono transitório (2 Mc 12, 45-46; Mt 9, 24; Jo 11, 11; Sl 75, 6; etc.) e, por conseguinte, uma separação temporária entre seres queridos, mas não um definitivo desaparecimento.
O desespero em face da morte é uma reação pagã e atéia.
Seja como for, de si, a morte causa temor, às vezes até em almas santas, como afirma o próprio Santo Agostinho, pois repugna à natureza, além de levantar muitas incertezas quanto ao futuro desconhecido. É ela um passo decisivo rumo à eternidade, um castigo de Deus, e não temê-la seria não possuir temor de Deus.
Enquanto castigo, ela permanecerá no mundo até a conflagração final, apresentando-se ao justo como o mais doce dos consolos, e ao pecador como uma vingança divina por Lhe ter virado as costas.
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Teologia e Pastoral
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O vendedor de conselhos
out 12th, 2011 by Arão O. Mazive.
A memória é a capacidade que tem o ser humano de evocar recordações vividas. Isso me ocorreu quando, numa conversa com um amigo de longa data, fugi um pouco do contexto de nosso assunto e comecei a relembrar algo sobre o tema que tratávamos.Lembrei-me da entrada da pequena cidade de Genazzano, que leva esse nome por causa de um milagre ocorrido no século XV. Um afresco destacou-se da parede de uma igreja na Albânia, atravessou o mar Adriático, acompanhado por dois soldados que andavam sobre as águas, como fez São Pedro, até Roma. E lá está a linda imagem da Virgem com seu Divino Menino, invocada como a Mãe do Bom Conselho.
Aconselhar é um dom do Espírito Santo: o dom do conselho. É a luz Divina que ilumina nossa consciência e aperfeiçoa a virtude da prudência, e assim, nos leva a evitar o erro e a amar o bem.
Ícone de Nossa Senhora do Bom Conselho de Genazzano
Nós também podemos fazer bem a terceiros, quando temos a palavra certa, na hora certa…
Voltei a pegar o fio da conversa. Aliás, a divagação da memória tinha relação com esse fato.
Meu amigo continuava narrando-me um episódio ocorrido com ele naquele dia.
Ele havia deixado uma clínica onde fora fazer um exame de sangue. E como é natural, depois de um longo jejum exigido pelas regras médicas, dirigiu-se a uma lanchonete para comer alguma coisa. Estava saboreando seu sanduíche, quando dois jovens abordaram-no pedindo ajuda.
Agora, não! Respondeu. Os rapazes afastaram-se e na esperança de conseguir algo. Esperaram um pouco e na saída, novamente insistiram:
- O senhor pode dar-nos algo, algum dinheiro?
- Não! Não dou nada, só vendo! Respondeu meu amigo.
- Vende? Mas vende o quê? Perguntou um deles.
- Vendo conselhos!
- E quanto custa? Indagou o mais esperto e intuitivo.
- Vinte centavos!
O jovem, então, procurou em seu bolso uma moeda e entregou a meu conhecido. Dizendo:
Eu quero um conselho!
Foi aí que meu amigo disse:
- Eu não possuo nada! Tudo que tenho vem de Deus. Quando necessitarem de algo, peçam sempre a Ele!
Boquiabertos com a resposta olhavam ao meu amigo que lhes disse:
- Vamos lá! Entrando novamente na confeitaria comprou-lhes dois saborosos lanches.
Pensei com os meus botões: isso sim que é opção preferencial pelo social, mas passando antes pelo espiritual.
Tenho certeza que eles ganharam muito mais com a lição do “meu vendedor de conselhos”, do que se tivessem apenas saboreado os lanches…
Lucas Miguel Lihue
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