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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Jovem chinesa é obrigada a abortar



Ela não tinha 5.000 euros para comprar o «direito» ao segundo filho
LVL
15 de junho de 2012




A jovem chinesa Feng Juanmei, de 27 anos, foi forçada pelas autoridades comunistas de seu país a abortar em seu sétimo mês de gravidez. As fotos da pobre mãe com seu bebê assassinado está chocando o mundo inteiro.
A mãe, Feng Jianmei, declarou aos meios de comunicação locais que foi injetado um produto químoco letal para matar seu filho, contra a sua vontade e a inocente vítima saiu à luz já morta 36 horas depois.
Ela já tinha um filho e as autoridades de controle de natalidade locais ordenaram-lhe que devia pagar uma multa de 5.000 euros. Como ela não tinha esse dinheiro (quase 15.000 Reais) foi presa pela polícia de Shannxi, agredida e levada a um hospital para ser submetida a um aborto forçado.
Feng recorda com horror que argumentou diante do departamento de «planificação familiar» expondo que não podia pagar a multa porque sua sogra necessitava de dinheiro para um tratamento contra o câncer.
Feng Jianmei disse que pelo menos 20 empregados do departamento chegaram à sua casa e a levaram presa. A caminho do hospital ela tentou resistir e foi brutalmente espancada, mesmo gestando uma criança de 7 meses.
No hospital ela foi amarrada e então injetaram uma substância letal no feto, não sendo permitida a presença de nenhum membro da família durante o traumático momento. 
A mesma lei chinesa que determina este assassinato proíbe o aborto após o sétimo mês de gestação, o que caracteriza o crime contra a humanidade como também um crime contra as leis da própria China.
Feng disse que seu sogro, quando soube que ela havia sido presa e levada ao hospital, correu em sua ajuda, porém foi impedido de entrar na sala de obstetrícia.


    O mundo inteiro está chocado com as tristes imagens desta infeliz mãe com seu filho morto ao seu lado, enquanto a cada dia milhares de mulheres na China são castigadas pela infame «lei do filho único».Medios locales informaron que lo más probable es que a Feng le fuera inyectada una sustancia denominada Lifannuo –un bactericida de gran efectividad-, usada a finales de los años 80 y principios de los 90, cuando las autoridades impusieron el límite de un solo hijo.

sábado, 29 de outubro de 2011

Quem é a mulher que aborta?


Revista Época 01/05/2008 - 14:50 | EDIÇÃO Nº 519
Quem é a mulher que aborta?
Pela primeira vez, uma pesquisa traça o perfil das brasileiras que recorrem ao aborto. O resultado surpreendente pode ajudar o país a repensar sua postura sobre o assunto
JOSÉ ANTONIO LIMA
Ela tem entre 20 e 29 anos, trabalha, é católica, tem um parceiro estável e pelo menos um filho. Esta é a mulher brasileira que faz um aborto. Esse perfil, descoberto por um estudo elaborado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), destruiu o estereótipo de que abortar é um método usado por adolescentes para interromper uma primeira gravidez fruto de uma relação passageira e inconseqüente.
A pesquisa, financiada pelo Ministério da Saúde, mapeou todos os dados sobre o assunto coletados nos últimos 20 anos no Brasil. Os resultados surpreenderam até mesmo os especialistas no tema. “Todos que trabalham com isso acreditavam que sabiam qual era o perfil dessa mulher”, afirma Debora Diniz, antropóloga, professora da UnB e uma das coordenadoras do estudo Aborto e Saúde Pública.
Compilados a partir de mais de duas mil fontes, os dados mostraram uma realidade absolutamente diferente da usada no debate sobre o tema, seja por quem é contrário à pratica, seja por quem a defende. Os abortos de adolescentes representam menos de 10% do total e, desses, quase 80% são feitos por meninas entre 17 aos 19 anos. A faixa que concentra o maior número de abortos é entre 20 e 29 anos.
Entre essas mulheres, mais de 70% têm um relacionamento considerado estável ou seguro, o que afasta a hipótese de que elas recorrem ao aborto para não viver, sozinhas, o drama de uma gravidez indesejada. A questão principal para a mulher, segundo os pesquisadores da UnB e da Uerj, é lidar com um filho não planejado.
COMENTÁRIO
Esta notícia nos mostra uma realidade muito presente em nossos dias: o egoísmo em que cada vez mais se vai enchafurdando a vida das pessoas os leva a consequências que eles mesmos não esperavam, tornarem-se verdadeiros assassinos.
Nós fomos criados por Deus para servi-lo e glorificá-lo. Quando damos passos fora deste caminho, sempre encontramos o erro e a desgraça. Queira Deus que, à maneira do Filho Pródigo, o mundo resolva voltar à casa paterna.

Exigem que a Pepsi não utilizem restos de bebes abortados


      A denúncia de um grupo pró-vida de que a empresa internacional de refrigerantes PepsiCo estaria usando linhas celulares de fetos humanos abortados para a pesquisa e melhoramente de seus produtos, fez que um de seus acionistas apresentasse uma resolução para que esta companhia suprima esta prática.
     Em agosto de 2010 a Pepsi Co. assinou um acordo de quatro anos com a companhia Senomyx para desenvolver adoçantes potentencializados para suas bebidas. Por este trabalho, a Pepsi Co. estaria pagando 30 milhões de dólares, pela pesquisa para que no futuro seus produtos sejam manufaturados com esta teconologia.
      Muitas das patentes de Senomyx involucram a linha celular de fetos abortados com o código HEK-293, originada a partir de células dos rins.
O aborto provocado é a eliminação e assassinato de um ser humano dentro do ventre materno. A doutrina católica e a lei natural coincidem em que não existe justificação para esta prática criminosa pois ninguém tem direito a decidir sobre a vida de outra pessoa, muito menos a dos mais fracos, indefesos e inocentes, como os não nascidos.
      O grupo pro-vida da Flórida, Children of God for Life, escreveu a ambas empresas protestando por estas pesquisas. Senomyx não respondeu, porém a Pepsi C. o fez assinalando que as pesquisas dariam como resultado produtos “de grande sabor e com menos calorias”.
      Ante esta situação, um acionista apresentou uma resolução ante a junta de diretores da Pepsi para adotar uma política que “reconheça os direitos humanos e utilize padrões éticos que não incluam o uso de restos de seres humanos abortados em pesquisas privadas e compartilhadas assim como nestes acordos de desenvolvimento”.
      Debi Vinnedge, diretor executivo de Children of God for Life, assinalou que cada acionista tem “o direito de saber a verdade sobre o que a companhia está fazendo com suas economias duramente alcançadas”.
      “A falta de respeito da Pepsi Co. à sensibilidade motal pública só tem servido para avivar o fogo e as ameaças ao valor das ações, as pensões por aposentadoria e os investimentos”, acrescentou.
      Também disse que “não existe nada ético ou apropiado na maneira pela qual estão explorando os restos de crianças inocentes abortadas”.
      Children of God for Life respondeu a esta situação convocando a um boicote para deixar de adquirir os produtos da companhia.
      HazteOir.org, a plataforma cidadã da Espanha, fez eco a esta convocatória e insistiu que o boicote se estenda desde os Estados Unidos até a península ibérica, Australia, Alemania, Irlanda, Escócia, Polônia e Reino Unido.


FUENTE: ATLANTA, 27 Oct. 11 / 04:15 pm (ACI/EWTN Noticias)